“Eu sou Rocketeer.”
O filme, inspirado numa hq homonia, apresenta Cliff Secord, um jovem piloto de avião. Certo dia, após uma perseguição de um bandido e a CIA, ele encontra um foguete portátil escondido no seu avião. Colocando um capacete, ele ganha o codinome “Rocketeer”. Mas um grupo de bandidos pretende roubar o foguete dele.
O roteiro em si não é nenhum primor, mas convence e agrada. As situações cômicas do filme, juntamente com alguns momentos tensos e uma “descoberta” vão levando a história.
O elenco foi um tanto quanto estrelado para a época, contando com Alan Arkin, Timothy Dalton, Paul Sorvino, Terry O’Quinn (Locke de Lost) e uma jovem Jennifer Connelly. A atuações, por sua vez, são bem caritacas e canastronas, principalmente a do vilão Neville Sinclair. E é estranho e um pouco engraçado ver o Terry de cabelo e bigode.
Os efeitos? Datados. Por o filme ser de 1991, é visível que os efeitos digitais já estão bem ultrapassados. Mas nada que estrague a obra.
Rocketeer, pra mim, figura entre meus filmes favoritos. Pode não ser um primor, mas é legal na sua medida. Assista com os anos 30 na cabeça.
“The son of bitch gonna´s fly.”









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